segunda-feira, 19 de abril de 2010


Saber que estando parada nunca atingirei meu objetivo, não agrada em nada a minha consciência. Mas tudo parece prender-me e estagnar-me, e como numa roda gigante pareço rodar e estagnar no mesmo lugar.

domingo, 18 de abril de 2010

Devagando eu cai e ao me levantar me dei conta que era hora de me recompor. Decisão difícil, tudo que nos faz virar uma página dificulta nossa vida, temos tanto apego ao passado, ele está tão empregnado quanto um perfume francês que paira no ar. Mas há momentos que bastam, as lembranças te sufocam e chega o momento de decidir, viver o presente ou se prender ao passado.


Pensamentos devagam noite a fora sem rumo local, sem um direcionamento, me confudem, me encontram e por fim ainda me surpreendem.
Há momentos em que tudo parece descarrilhar e simplesmente a vontade de prosseguir tem que ser o suficiente pra você não jogar tudo pro alto. E ainda essa minha eterna desilusão com a vida. Sempre que fico no caminho da felicidade ela vem a me toma algo.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

AH! A decepção!

Pqp... já senti uma vez a dor da decepção, voltar a senti-la me traz um gosto amargo, mas faz parte da vida, no mundo não contamos apenas com nossos atos, existem atitudes e atos das pessoas que nos cercam também, e essas, são supreendentes. E me pergunto, o que fazer? Será que se resguardar do mundo é a solução? Fechar o coração e não permitir que ninguém ultrapasse uma barreira? Como se isso fosse possível, então ao que parece é que nos arriscamos a cada dia, e na flor de nossa sensibilidade saimos imunes ou atingidos.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Parte II

Compreender Renata não é nada fácil, como não amar alguém que a ama com toda intensidade de um amor puro?! Como não se dedicar a alguém que lhe confere dedicação com total devoção?! E, pior ainda, pensar naquele que não merece uma lágrima dos olhos de uma mulher?! É duro, tem momentos que tudo a irrita, por mais que se lute para amar a tarefa parece se complicar a cada dia.
O casamento ia relativamente bem, numa vida rotineira simples, até chegar àquele dia ... Ai meu Deus ... àquele dia! O dia que um simples "Oi" mudara a vida de Renata. Era ele, aquele, que Renata aguardara a tempos, que jamais esquecera daquele beijo do final de novembro ... E agora, ele estava ali, frente a frente...
Ana estava na eterna busca por achar a diretriz de sua vida, vivendo momentos felizes e infelizes, mas muito mais de angústia e de incertezas do que de uma vida segura como aquela que ela costumava contar aos amigos. Estava na busca pela tal felicidade, pelo tal amor, que sempre quando surgia lhe dava uma rasteira e se recolhia num toque de segundo, assustado, tentado achar novamente seu chão.
Seguia sua vida, na busca eterna por uma história feliz por mais que na maioria das vezes lhe parecesse irreal.
Bruna continuava a sofrer calada a devoção que dava a seu marido que nada lhe merecia. Era pertubador pensar num fim. Como contar aos amigos e familiares?! O que os outros poderiam pensar era algo de grande importância em sua vida, ainal sempre se preocupara em não desapontar a ninguém. E assim, nessa vida de lamúrias interiores, de um monólogo triste diário, ela segue, sem desatinos, mas amando com toda alma...

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Na sinfonia da vida - Parte I

O dia nasce e em algum canto da cidade Ana pede mais uma dose de conhaque barato. Sozinha a pensar como chegara até aquele ponto de sua vida,t entando fugir de ser quem é, resgatando respostas em outros lugares e delimitando sua personalidade contraditória ela segue a sua vida. Volta pra casa e o dia termina ali mesmo em sua cama.
Renata abre os olhos com o sol adentrando em seu quarto e incomodando seu sono. Já passam do meio-dia e a vontade de não levantar da cama é imensa. quando olha para o lado percebe que Marcos já não estava mais ali, ouve sutilmente o barulho da televisão em sua sala, se aproxima lentamente como quem quer observar, para na porta da sala e fica observando Marcos, o típico cidadão de bem, bom pra casar. O pensamento de Renata se orgulha oa olhá-lo e saber que tem um bom homem ao seu lado. Mas esse pensamento logo foge dali e alcança quilômetros de distância em desejo resgardado por aquele que um dia rejeitara seu amor, e o peito pede insesantemente que o pesamento volte ao bom homem sentado no sofá da sala.
O relógio já marcara meio-dia quando Bruna se preparava pra servir o almoço de seu marido. Sempre caprichosa, carinhosa e dedicada a relação. Olha com total devoção e faz de tudo para sempre agradá-lo, principalmente após as brigas da madrugada devido ver seu marido chegando com cheiro de perfume barato as 4 da manhã. Algo diz a ela que deve relevar, pois ele é seu porto seguro...